quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Serviços e orgãos publicos de Quijingue- BA:

Cep: 48830-000 correios, praça Tiradentes,n°168 acesso rodoviario pela BR 116 sentido anterior a Euclides da Cunha, seguindo pela BA 381 asfaltada ate a sede do municipio "possui atalhos para Monte Santo e Cansanção( principal dificudade para subir a serra do macaco) por estrada de terra".
BR 116 com entrada para BA 381. camara de veriadores, localizada no centro da cidade de fronte a ao arraia, Avenida ACM, conglomera junto, cartorio civil; junta militar; emixão de carteira de trabalho e indetidade. Ao lado fica a prefeitura municipal Pça. Hermógenes José Silva , 38.
Hospital municipal Antonio Ymbassay, rua Castro Alves. secretaria de educação rua Castro Alves a 25 metros da ba 381 centro. Ponto de referencia postos de gasolina.
Secretaria de Ação Social. Com escritorio do Bolsa Familia, Rua Felisberto Jose da Silva, lado leste (av. ACM).
Hoteis e pousadas: Potal hotel, BA 381 na entrada da cidade. Pensão Maria de Lurdes (oferece refeições), ao lado sul do Colegio CEAQ. Musico ilustre de Quijingue. Conhecido por Zé D’lora; começou a vida artística por volta dos anos 70, estado na ativa ate os dias de hoje. Com álbuns gravados. os principais em disco LP. Banda Fubilados, faz forro universitário com estilo reggae. Realiza shows regulares, em Quijingue e região...

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

PREFEITURA: MINA QUE JORRA SEM CESSAR, QUE TODOS QUEREM PARA SI, COMO A GALINHA DOS OVOS DE OURO.

BOMBARDEIRO DE INTERECES PESSOAIS SOBRE A PREFEITURA DE QUIJINGUE



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Ex-prefeito Joaquim tem contas rejeitadas pelo Tribunal

As Contas da Prefeitura de Quijingue com relação a 2012, de responsabilidade do ex-prefeito Joaquim Manoel dos Santos(PSD), foram rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios.

O TCM rejeitou as contas do último ano de gestão do ex-prefeito Joaquim e determinou a devolução aos cofres municipais de R$ 66.717,39 (sessenta e seis mil setecentos e dezessete reais e trinta e nove centavos).

O TCM também determinou a restituição de R$ 141.339.93 (cento e quarenta e um mil trezentos e trinta e nove reais e noventa e três centavos) à conta do FUNDEB (fundo de desenvolvimento da educação). 

Também foi determinado pelo TCM representação ao Ministério Público contra o ex-prefeito Joaquim(PSD).


Fonte:quijinguecom.blogspot.com
10 nov, 2013 
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QUIJINGUE: mais acusações de superfaturamento com os gastos públicos realizados pela prefeitura são feitas pelos vereadores da oposição


No início do mês de setembro, o vereador Washington Gois apresentou na Tribuna da Câmara Municipal uma relação de despesas da prefeitura com os festejos de São Pedro em Lagoinha das Pedras. Segundo Gois, os valores pagos aos artistas que se apresentaram naquela festa foram superfaturados em mais de 130%; o show de Dell Led, por exemplo, que cobrava em torno de R$ 6 a 8 mil reais pela apresentação (segundo informações apuradas pelo vereador), a prefeitura teria informado o pagamento de R$ 20 mil reais.

Desta vez, Gois denunciou na Tribuna da Câmara na sessão do dia 29/10, o que ele chamou de superfaturamento no pagamento da Banda de Pífano que se apresentou nos festejos de Lagoinha das Pedras e no São João na sede de Quijingue. De acordo com as notas fiscais reveladas pelo vereador, a prefeitura informou ao TCM que pagou pelas duas apresentações da Banda Pífano o valor de R$ 4.500,00 (quatro mil e quinhentos reais), correspondente a R$ 2.250,00 por cada apresentação.

O vereador disse ter apurado junto a um dos integrantes da banda que se apresentou nos dois festejos, e obteve a informação de que os mesmos cobram R$ 100,00 (cem reais), cada um, por cada apresentação realizada. Sendo assim, como a banda é composta por quatro membros e fizeram duas apresentações, logo, só pode concluir que os shows custaram R$ 800,00 (oitocentos reais), ou seja, a prefeitura teria superfaturado em mais de 450% o valor, de acordo com os cálculos do vereador.


05/11/2013
quijingueacontece.com

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Prefeito de Quijingue vai pagar R$ 89 mil por aluguel de carro


A Prefeitura de Quijingue publicou no Diário Oficial do Município na última terça-feira (5) o extrato demonstrativo das Licitações Homologadas dos Meses de Setembro e Outubro, o que mais esta chamando atenção é o contrato N° 666/2013 de LOCAÇÃO DE UM VEICULO MENSAL TIPO L-200 TRITON HPE MOTOR 3.2 170 CV TURB DI, CAMBIO AT 4X4 ANO 2013, PARA ATENDER AO GABINETE DO PREFEITO de 01/10/2013 a 24/10/2014, no valor de R$ 89.400,00 (Oitenta e nove mil e quatrocentos reais) durante 12 meses, ou seja, custo mensal de R$ 7.450,00 (Sete mil quatrocentos e cinquenta reais).
Ninguém em sua sã consciência alugaria um carro pelo valor suficiente para comprar um novo. Pergunto: você alugaria um carro nessas condições? Se ninguém faria um mau negócio desses, porque devemos aceitar que o prefeito Almirinho faça isso com o dinheiro do povo?
Vale lembrar que o prefeito Almirinho tem um Pick-up modelo NISSAN FRONTIER, adquirida logo após as eleições de 2012.




FONTE;serrinhaemfoco.com.br
nov 8, 2013

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Ex-prefeito Reinaldo Oliveira

A Justiça decretou a indisponibilidade de bens do ex-prefeito Reinaldo Oliveira

A decisão da justiça diz respeito à ação do Ministério Público que processou o ex-prefeito Reinaldo Oliveira por improbidade administrativa, lesão ao patrimônio público ou enriquecimento ilítico.

A indisponibilidade dos bens é para afim de ressarcimento de suposto dano ao erário até o limite individual de R$ 1.186.528,21 (um milhão cento e oitenta e seis mil quinhentos e vinte e oito reais e vinte e um centavos).


De acordo com a justiça, poderão ser liberadors valores mensais para a subsistência da família do réu afim de somente suprir as necessidades essenciais.


A justiça ainda mandou oficiar a decisão aos cartórios imobiliários das comarcas de Euclides da Cunha, Tucano, Ribeira do Pombal, Uauá, Monte Santo, às corregedorias das comarcas, ao Dentran, ao Banco Central, à Agência Estadual de Defesa Agropecuária, para registrar a indisponibilidade dos bens.


Postado em: 29 de Março de 2012

Fonte: tvdocumbe.com


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O tempo passa e ela continua lá, sempre despertando o sonho dos que almejam por riquezas...
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013



 




 









A americana Michelle Allen, 32 anos, foi condenada a 30 dias de prisão por desordem pública na cidade americana de Middletown, no Estado americano de Ohio, de acordo com o jornal New York Post.



Ela foi acusada de perseguir crianças e urinar na casa do vizinho. Michelle Allen estaria alterada por consumo de substâncias tóxicas no momento de sua prisão.

Ao ser presa, a funcionária de um parque temático local, fantasiada de vaca, ainda teria mandado um policial "chupar as suas tetas".
Furiosa, Allen teria ofendido vários policiais durante e depois de ter sido presa.


Fonte: noticias.terra.com.br

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Monte santos comemora dias 30 e 31 outubro, Festejos de todos os santos



... Evento cafona realizado por Prefeitura Municipal, com dinheiro publico que se diz destinado à cultura (risos)...Vamos lá; não temos pra onde ir mesmo. Vamos fingir gostar e se quiser ate mesmo protestar.


FESTA DE TODOS OS SANTOS 2013 



Local: Praça de Eventos - Monte Santo - Ba
A tradicional festa de Todos os Santos tem início no dia 30 de Outubro e vai até o dia 01 de Novembro. 

Dia 30/10

Edu e Maraial 

Banda X10

Namoro Online

Rebolart

Gilson Lima



Dia 31/10 

Aviões do Forró

Forró Safado

Ytalo & Maciel

Brega & Vinho

Ton Bahia & Ailton Barony



Região do sisal...Bahia. Farão presença, publico de Quijingue, Euclides da cunha, Cansanção, senhor do Bomfim e etc e tal.

Outubro rock em São Paulo



Monsters of Rock, sabado 19 de outubro 2013 (SP).




Nem a pouca relevância atual das bandas escaladas nem a falta de material novo de das principais atrações impediram a primeira noite do festival Monsters of Rock de ser sucesso de público. A Arena Anhembi, em São Paulo, se encheu de camisetas pretas neste sábado para conferir principalmente as bandas americanas Slipknot, Korn e Limp Bizkit.
O nome mais importante do dia foi o Slipknot, que entrou no palco às 21h40 e, por duas horas, mostrou um show pesado e bastante competente. A banda mascarada não lança material novo desde 2008. Por isso, o show é feito só de músicas bem conhecidas dos fãs, garantindo uma resposta entusiasmada para quase todas as canções.
O Slipknot pesa o braço na bateria e na percussão – são três integrantes só para isso. Com esse trio, a batida forte das músicas mais rápidas faz o chão tremer. Nas mais lentas, domina um clima de trilha sonora de filme de terror. Para completar a diversão, a banda é performática e faz uso de pirotecnia e uma grande percussão giratória para oferecer ao espectador distrações além do carismático vocalista Corey Taylor. 
A banda chegou conquistando o público com Disasterpiece e Liberate e seguiu alternando faixas de seus quatro álbuns. Mais para o final, Psychosocial fez os fãs pularem de novo, mas foi na dobradinha Duality e Spit it Out que a apresentação atingiu seu auge. A primeira, dedicada ao baixista Paul Gray, morto em 2010, teve coro alto do público, enquanto na segunda a banda repetiu o ritual de mandar o público inteiro se agachar e, ao sinal do vocalista, pularem todos juntos. É truque repetido, mas ainda funciona.

Antes do Slipknot, o palco foi do Korn. A banda de nu metal abriu o show com um de seus maiores hits, Blind, causando uma boa primeira impressão, mas acabou fazendo uma apresentação irregular, com alguns altos, com músicas mais pesadas e contagiantes, e muitos baixos, esses em faixas mais lentas e pouco conhecidas. As mais novas, do álbum The Paradigm Shift, lançado neste mês, passaram despercebidas pelo público, que aproveitou para conversar.
O vocalista Jonathan Davis se esforçava no palco, mas chegou a reclamar que o público estava muito quieto. “Não voei até aqui para isso”, disse. A grande surpresa do show e o momento mais animado da passagem do Korn pelo palco foi a aparição de Andreas Kisser e Derrick Green, do Sepultura, para uma versão honesta de Roots Bloody Roots, da banda brasileira. Freak on a Leash, maior hit do Korn, ficou para o final.
Vagalume - Antes do show morno do Korn, o Limp Bizkit tinha feito pior. A banda liderada por Fred Durst também fez seu nome dentro do nu metal, mas o grupo que se apresentou aqui em nada se parece com aquele que, em 1999, foi responsabilizado por incitar o tumulto que encerrou o festival Woodstock. Ainda há peso no som, mas a atitude é bastante comportada. 
Fred Durst elogiou os brasileiros e falou em amor e diversão. Já o guitarrista Wes Borland vestia um aparato que cobria sua cabeça e seu braço direito e que, durante todo o show, acendia e piscava em cores diversas. Parecia um vagalume.



Aerosmith, 20 de outubro.


 



O Aerosmith é uma das grandes instituições do rock e seu show é grandioso e forrado de hits. A performance individual de cada integrante é impecável, o entrosamento entre eles é perfeito, mas o show é previsível do início ao fim. Você sabe quais sucessos serão tocados e eles são tocados exatamente como estão em disco, apenas com as deixas estratégicas para o público cantar junto. Você já conhece as roupas, as caretas, sabe que o vocalista Steven Tyler e o guitarrista Joe Perry vão dividir o microfone uma dúzia de vezes, que Tyler vai balançar o pedestal para lá e para cá e vai se jogar no chão em algum momento.
Leia também: Steven Tyler, do Aerosmith, dá bitoca em fã em Curitiba
O show que encerrou a segunda noite do festival Monsters of Rock, na Arena Anhembi, não fugiu à regra. Foi bem marcado, quase tudo cronometrado e coreografado. Não há espaço para espontaneidade ou surpresas. A banda se empenhou durante duas horas e fez um bom show, mas não demonstrou estar especialmente inspirada em momento algum.
Apesar de ter mais de 40 anos de estrada, o grupo privilegiou as décadas mais recentes, com o pop rock dos anos 1980 de Love in an Elevator, Rag Doll, What it Takes e Dude (Looks Like a Lady), e com o rock de arena e as baladas dos anos 1990 e 2000, caso de Pink, I Don’t Want to Miss a Thing, Jaded e Livin’ on the Edge.
Entre os destaques da noite, a baladona Cryin’, que reergueu a carreira da banda em 1993, foi cantada por todo o público do início ao fim. Já no bis, a bela Dream On, lançada 20 anos antes, levou Steven Tyler ao piano e provocou arrepios. A apresentação acabou com uma versão convincente do hard rock Sweet Emotion, da fase setentista.
Whitesnake – Antes do Aerosmith aparecer, a noite foi uma viagem de volta ao hard rock dos anos 1980 para um público mais velho e muito mais feminino do que o do primeiro dia de festival. A segunda grande atração foi o Whitesnake. David Coverdale entrou no palco com uma camisa branca com a bandeira do Brasil estilizada. Aberta até o umbigo, deixava ver várias correntes penduradas no pescoço. O cabelo continua igual: longo, loiro e ainda volumoso, apesar de seus 62 anos de idade. E o mesmo vale para a voz. Grande trunfo do Whitesnake, o gogó de Coverdale pode não estar intacto, mas ainda produz um vozeirão.
Hoje o Whitesnake é quase todo jovem, mas é virtuoso e bem entrosado. Há solos de guitarra em todas as músicas. O baterista Tommy Aldridge, veterano que já tocou com Ozzy Osbourne e Gary Moore, também sola (e, no meio do solo, dispensa as baquetas e toca com as mãos). Há até solo de gaita.
O show foi de hard rock pesado, com guitarras altas na maior parte do tempo, como em Love Ain’t no Stranger, Love Will Set You Free e Fool For Your Loving. Mas são as grandes baladas as mais populares por aqui e foram elas que mais entusiasmaram a plateia, em especial a feminina. Here I Go Again fez sucesso, mas foi Is This Love, tocada logo no início, que arrancou lágrimas das fãs.
A boa apresentação foi encerrada com duas músicas do Deep Purple, do qual Coverdale fez parte entre 1976 e 1979: Soldier of Fortune e Burn, essa em uma interpretação arrasadora.
Desencontros – Os primeiros a tocar em posição de destaque foram os norte-americanos do Ratt, que chegaram no início da noite. A banda de hard rock trouxe direto dos anos 1980 as calças de couro, os cabelos longos e repicados, as bandanas na cabeça e os longos solo em guitarras “flying V”.
Seu som, que já era ruim quando ainda fazia parte de um estilo que estava na moda, hoje em dia fica ainda pior. Não só porque soa datado e repetitivo, mas também porque a banda não sabe mais como executá-lo. Os integrantes se desencontram constantemente e seguem perdidos por longos minutos. Foi assim até no grande hit da banda, Round and Round, última do set list. O vocalista Stephen Pearcy tenta ser simpático, mas se esforça demais. E sua voz de gata no cio incomoda os ouvidos.
Sem filas – Segundo a assessoria, o Monsters of Rock teve seus ingressos esgotados, reunindo 30 000 pessoas por dia. Em todo o evento, a estrutura funcionou bem. Era fácil trocar dinheiro por fichas e pegar comida e bebida; pequenas filas se formavam apenas no horário de pico, perto das 20 horas. Ambulantes circulavam pela pista levando comes e bebes para quem não quisesse sair do lugar e diminuindo a demanda nos bares e restaurantes laterais.
Os banheiros também foram suficientes. Filas se formaram apenas nos femininos próprios do Anhembi, preferidos pelas moças. Mas quem não quisesse esperar tinha os químicos à disposição – esses menos cômodos, mas sem espera.


Fonte: veja.abril.com.br